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Este blog foi criado para tirar dos cabides pensamentos que devem ser experimentados. Não tenha receio de entrar neste ProvadoR que se propõe a ser amplo e livre de preconceitos. Entre. Prove. E fique à vontade para Levar o que quiser.

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Categoria: moda:.imagem:.comportamento

25.07.07

.para DissOciaR.

‘A liberdade do espírito, ou seja, a potência do intelecto se mede por sua capacidade de dissociar idéias tradicionalmente inseparáveis’. 
                                                                      José Ortega y Gasset, Filósofo. 
                   

               

            É fato: Dissociar idéias é muito mais difícil que associá-las.

Está provado que o cérebro tende a estabelecer alguns tipos de conexões (neuronais) cuja modificação, ou alteração, é bastante difícil.  O que não significa dizer esta é uma operação impossível, aliás, o primeiro passo no sentido de modificar um pensamento cristalizado pelo tempo é reconhecer a associação em questão.

Desde muito cedo passamos a associar algumas idéias, que como já dito, dificilmente serão dissociadas.  Algumas são muito simples, como meleca=eca, amigo=carinho, fogo=perigo, e por aí vai. Já outras não são tão óbvias, mas podem se cristalizar na mesma medida – tudo depende da criação e do ambiente em que se está inserido.

.

Na cultura ocidental, como se sabe, é bastante comum a associação entre felicidade=dinheiro, beleza=magreza, sucesso=poder, moda=frescura, entre tantas outras. - Não quero aqui discutir a razão ou a veemência desta ou daquela idéia, mas levantar a importância em treinar o alongamento dos pensamentos enrijecidos – para, se não modificá-los, deixá-los ao menos mais flexíveis. 

                 

.

* (Destaquem-se daí os valores – premissas que compõe a linha mestra de cada um, e cuja importância, rigor e legitimidade nos ressalvam dos erros e injustiças. Não se discutem a moral e a honestidade, por exemplo – este é outro assunto).

Na verdade, a importância no exercício de rever algumas conexões é basicamente evitar o sofrimento – conseqüência prática da cegueira imposta pelo cabresto do pensamento rígido.

Ora, existem inúmeros casos de pessoas que perseguiram, por exemplo, o poder (a todo custo) acreditando no sucesso como conseqüência, sem se darem conta de que a distancia entre um e outro pode ser grande o suficiente para acomodar uma eventual prepotência, ou mesmo corrupção, entre outras variantes, que alteram absolutamente a soma dos fatores. 
                 

                  

.

Mas como aqui a brasa é nossa, vou puxar a sarda para falar de outro exemplo:  

- É enorme a quantidade de pessoas que cristalizaram a associação entre moda e frivolidade, frescura ou futilidade. - ( E mesmo sentados sobre isso,  e torcendo o nariz, sempre obedeceram a moda como a uma madrasta debochada).
Sem qualquer esforço para perceber que moda é reflexo dos tempos e materialização da história.

Que moda não são roupas – mas idéias. Que ela não pede obediência - mas reação.

OK - Este mecanismo que desvaloriza aquilo que não se entende (sofrido pela moda) talvez se justifique pelo seu pouco tempo de existência – já que essa acepção de moda só existe há um século – e certamente também por seu flagrante caráter hedonista.

Portanto, como toda mudança substancial de pensamento carece de tempo e algum esforço, façamos parte da revolução  que irá associá-la à cultura, à arte, e ao contexto econômico.
- Para o alto e avante!

                  

(*As imagens que ilustram esta peça são da obra de uma artista sul americana e estavam expostas na última Bienal em SP.)

.

... Evolución – Pessoas livres podem ser curiosas como macacos, que gostam de questionar, duvidam das certezas e podem seguir pulando de galho em galho na busca de verdades os sustentem.
- Seja lá que bicho for, não seja uma preguiça - ( não se deixe agarrar ao tronco das velhas idéias enrijecidas).


mariaSanz.

  • criado por  noprovador criado por noprovador
  • Postado em 20:11:16

11.07.07

. minha versão .

Pode ser que sim, mas também pode ser que nãoEu acredito na veemência da imaginação.

              

Sou uma romântica confessa.
Não experimento roupa de véspera. Não sou adepta de previsões do tempo, não gosto de ensaios, nem de coreografias, não leio sinopses, nem uso pré-conceitos. Não gosto de absolutismos. Não sou fã de unanimidades e, ainda, desconfio de alguns dogmas.

Gosto das possibilidades do improviso e da tentativa. Prefiro o inesperado à chatice, transparente e insossa, de algumas certezas.

                 

                          Sim, românticos podem ser subversivos.
Confiamos demais em nossos sentimentos. Costumamos acreditar que  ‘a verdade’  não está na razão, mas no coração - de onde eles brotam e na mente, onde vive a imaginação.

é sério...Um romântico não é feito de certezas. Ele pondera suas emoções a partir do 'equilíbrio' dos opostos: certezas e incertezas, satisfação e insatisfação, medo e esperança...
O romântico é o tipo que programa um piquenique, mas não consulta a previsão do tempo (prefere a fantasia da dúvida à certeza de um bom (ou mau) tempo que lhe incorra em expectativa (ou em desesperança).

.

Tenho outro exemplo - esse é particular e prático :

.

- Minha ‘subversão’ romântica é nunca querer ter certeza de que roupa usar até a chegada 'da ocasião’.
Costumo deixar para resolver 'em cima da hora', como se diz.  Acredito que munida do ‘sentimento do momento’ saberei fazer a melhor escolha.

E pode até parecer mania ou loucura, como teria me dito uma amiga, mas o fato é que sinto prazer em improvisar a produção.

Como disse, acho que experimentar roupa de véspera é uma forma de desperdiçar o momento e a emoção -

Levo isso tão a sério que nas últimas provas do meu vestido de noiva fiquei de costas para o espelho - verdade, a Ná é prova.

.

O resultado dessa 'mania' é que acabei desenvolvendo  algumas dificuldades. Fazer  roupa na costureira é uma delas:  Ter de prová-la e vê-la inacabada, do avesso e tantas vezes, costuma estragar a magia do encontro final.

arrumar malas... Sempre ficava irritada ao ter que programar tudo que iria usar numa viagem e, assim,  tive que aprender a preparar uma mala-fórmula que me desse liberdade – (qualquer hora podemos falar disso aqui).

E existe ainda uma outra questão que tive de resolver em função desta minha ‘subversão’:

Desde cedo comecei a aprender a me maquiar sozinha porque em dia de festa, via minha tia, que se maquiava no salão, passando a tarde de sábado em casa vendo tevê de chinelo to-da maquiadaAchava aquilo um desperdício. (Na boa, sempre achei que ficar pronta muito antes da hora é uma verdadeira torturaComo estar fantasiada de odalisca num baile de carnaval vazio).

- Mas enfim, acabo de me pegar pensando por que afinal estou falando neste assunto?
                         

- E me lembrei de que tudo começou com a pergunta de uma amiga sobre o que vou usar neste sábado?

(quando ambas seremos madrinhas no casamento da Bibi).
.

Sua exclamação, ao ouvir minha resposta incerta, fez nascer uma ponta de angústia, e como escrever me alivia, eis esta peça que seria uma justificativa se não fosse subversiva a ponto de questionar:

- Se Imaginação é a capacidade que Deus deu exclusivamente ao homem para criar e inventar mediante a combinação de idéias e fatos, por que não aproveitar esta faculdade ao menos para as frivolidades?

mariaSanz.

  • criado por  noprovador criado por noprovador
  • Postado em 17:41:44

26.06.07

. templOs da mOda .


- É, não teve jeito.
Em razão da minha congênita falta de afinidade com regras, tentei fugir da praxe de fazer o ‘balanço’ desta temporada de moda. Mas, como até minha mãe cobrou, e quando mãe cobra a gente dobra, vou ceder e fazer um breve resumo do que vi e vivi.

                 - chic!  noProvadoR também foi credenciado!

.

Antes de tudo, é preciso dizer que, sob meu ponto de vista, existem algumas diferenças importantes entre o Fashion Rio e o SPFW que os transformam em experiências singulares e complementares.

                                               

FASHION RIO - A temporada carioca, como se sabe, acontece à beira mar, nas tendas armadas na Marina da Glória, cuja vista é indefectível e o pôr-do-sol infalível. Por lá, as pessoas circulam na horizontalidade, andam e falam de um jeito próprio, são cheios de si e de ginga, têm atitude sexy e decotes profundos. 
.                                     
                                                                                                                                              A assessoria do evento é da ‘dupla’, que corre atrás para deixar tudo em cima: Da organização da imprensa no Hotel Glória, que é campeão no quesito canja de galinha para os arrasados;  Passando pelas animadas  vãs, que nos levavam até a Marina, sempre ao som de algum dvd pop, como o do Roupa Nova, por exemplo, que fazia to-do mundo se divertir;  Até o cuidado no cheirinho de limpeza ‘sabor limão forte’ dos banheiros químicos da sala de imprensa.

A moda que se apresenta sobre as passarelas tem um aroma mais comercial, o que propicia uma leitura mais simples (mas nunca simplória).
Além de grandes clássicos como Lenny, Salinas, Blue Man, Graça Ottoni, Mara Mac, Tessuti e Walter Rodrigues, entre outros, o democrático Fashion Rio também dá espaço para novos estilistas, que se apresentam no Rio Moda Hype – Os n
ovos criadores não seguem tendências, mas trazem consigo conceitos e idéias bem frescas...(esta temporada do MH foi particularmente especial por que contou com o desfile da Butch, a marca de swimwear masculino(!) do meu amigo Juliano Corbetta)


Os looks do Fashion RIo que me fizeram suspirar:

      



.Respectivamente: Sommer, Sta. Ephigênia, Mara Mac, Tessuti e Lenny. (Veja mais fotos e leia as criticas de Milene Chaves no site Chic)

                                 

 SÃO PAULO FASHION WEEK - Já o SPFW, que acontece nos salões de concreto do imenso castelo das artes – o prédio da Bienal em SP, tem um certo ar aristocrático. Há um tipo de orgulho impregnado no ar, talvez em razão da sobra de dignidade deixada pelo espírito das artes - Não sei bem explicar... 
   sala de imprensa.
As pessoas circulam apressadas em movimentos verticaisEstão sempre subindo uma escada rolante ou uma rampa comprida, ou descendo uma escada estreita e a mesma rampa comprida – As feições são concentradas, as roupas hermeticamente ‘descoladas’ e a atitude bem profissional –  essa gente retilínea sabe como trabalhar no salto.

Que o diga a equipe de assessoria da Gisele Najjar. As meninas de Sampa também dão duro para coordenar tudo: Desde as idas e vindas das vãs, cujos silenciosos motoristas seguem a risca os horários; Passando pela entrega dos convites nos quartos do Hotel Pestana, campeão no quesito conforto; Até os cuidados da ‘luxuosa’ sala de imprensa, que nesta temporada tinha, além de deliciosos sofás de cetim azul, comidinhas orgânicas, um salão escuro com telão para transmissão dos desfiles e água Perrier! É mole?

Rumo ao que de fato interessa, devo dizer que a moda sugerida no SPFW parece ser mais intrigante. Às vezes o perfume da vanguarda chama a atenção, como no caso dos desfiles de Alexandre Herchcovitch, noutras é a poesia que fica suspensa, como é hábito do professor Ronaldo Fraga, e há também o aroma clássico, sempre presente nos desfiles da Maria Bonita. É claro que existem as marcas que se mantêm bastante comerciais, o que, na verdade, não é para se lamentar - fashion is business.

Os looks do SPFW que me fizeram suspirar:

           

          
Respectivamente: Raya de Goeye, Ronaldo Fraga, Isabela Capeto, Osklen e Samuel Cirnansck.

.

Enfim, se é mesmo para balancear, quero dizer que as temporadas de moda são o triunfo do novo sobre a mesmice.
Um feitiço que me acomete os sentidos; Cansa meu corpo na mesma medida em que renova minhas idéias – O que mais posso dizer? 

- Adoro!

.

mariaSanz.

  • criado por  noprovador criado por noprovador
  • Postado em 13:26:11

14.06.07

Tendência :

                                  A FORÇA QUE DETERMINA(VA)


Na loja grande, cheirosa e bacana, tinham algumas gaiolas. A menina se distraia admirando um lindo pássaro branco, enquanto sua mãe fechava um ‘negócio’.

-
Ok. Vou levar esse jeans de cintura alta. Ouvi dizer que é mesmo uma nova tendência para o verão.

Curiosa com a afirmação, a menina pergunta:
-
Mamãe, de onde vêm as tendências? 
- Ah, minha filha, elas vêm lá do São Paulo Fashion Week...


(...)

Pois bem, façamos o que pode ser mais moderno em termos de moda:

- uma ATUALIZAÇÃO. 

.


                              Forum

.

A cadeia têxtil tem cerca de onze etapas, que vão da fiação, passando pelo beneficiamento, até a confecção - quando, enfim, a roupa está pronta para ser ofertada ao mercado.

Mas, antes de passar por todas estas etapas, a grande maioria dos criadores de moda consultam os Birôs (ou Bureaux) de estilo – Birôs de estilo são agências que pesquisam tanto o comportamento de pessoas antenadas, como os conceitos, materiais e cores que estarão disponíveis na natureza e no mercado, para elegerem ‘temas’ ou tendências que orientem  fabricantes, confeccionistas e estilistas. 

.
                                Tereza Santos

.

É claro que o estilista não está vinculado aos temas propostos por esses birôs e pode sempre criar aquilo que bem entender

Mas, então, por que os birôs? Talvez o principal motivo seja o desejo de ‘amarrar’ sua coleção a uma outra que também os tenha seguido, de modo que a tendência seja reconfirmada, ganhando força e fazendo girar a roda do mercado.

Em resumo, ao confirmar uma tendência em seu desfile, o estilista está tentando, muitas vezes, tornar seu trabalho mais compreensível e comercial. 

                               Tereza Santos

.

Mas....
(E agora vem a parte moderna da coisa)

'Tendência é uma das palavras mais fora de moda que existem'.

Regina Guerreiro, jornalista de moda.

É possível saber quais as tendências ou temas que estão sendo propostos por aqui, e julgar as melhores e piores idéias através do que é divulgado pela mídia. Mas sobre o que vai ser mesmo moda... 


-  É você quem vai decidir.

Siiim, é verdade. E não sou só eu quem digo isso - Aqui na Bienal, onde acontece o São Paulo Fashion Week, tive oportunidade de conversar com algumas das pessoas mais entendidas no assunto e a resposta da grande maioria foi a mesma:

 

  :: Quem confirma uma tendência de moda é o consumidor ::

.

                                     Forum

O estilista propõe, a mídia valida e divulga, mas quem confirma é o consumidor’     

Carol Garcia, escritora e jornalista de moda.

O consumidor é a autoridade suprema’ 

Lílian Pacce, apresentadora e jornalista.

As tendências vêm de todos os lados (...) pessoas antenadas estão por todos os lados’    

Felipe Veloso, stylist.

Quem confirma uma tendência é a rua   

Érika Palomino, jornalista.

‘É sempre o consumidor’ . 

Juliano Corbetta, estilista

‘A mídia pode até massificar uma tendência, mas ainda assim, a palavra final é do consumidor’   

Thaiz Sabbagh, jornalista.


Uma tendência pode se tornar um clássico e durar para sempre transformando-se num estilo, por exemplo. Uma tendência de curtíssima duração, em contrapartida, pode ser chamada de mania. E uma macrotendência de comportamento pode ser tornar um modismo. Tudo depende da aceitação do consumidor, da rua, das pessoas.

A cintura alta, por exemplo, que vem sendo proposta há algum tempo, continua em alta nesta temporada.
- Se vai pegar ou não?
Como eu ou alguém por aqui pode saber?

- É você quem decide!


mariaSanz.

  • criado por  noprovador criado por noprovador
  • Postado em 16:20:36

05.06.07

:: a roupa o show e a mídia ::

. Os 3 elementos .

noProvadoR direto do Fashion Rio, na Marina da Glória, RJ.

O fashion show, ou desfile de moda, é um espetáculo fugaz mas ambicioso. Seu projeto é se perpetuar através das câmeras (estrategicamente posicionadas no pit de fotógrafos) e do material publicado na mídia pelos jornalistas-espectadores-do-show
                                 Salinas

A mídia, como se sabe, é a principal platéia da moda. Razão pela qual é convidada, acolhida e paparicada no evento.  Ora, é ela quem irá, ou não, facilitar a desejada repercussão daquele breve espetáculo.
Siiim, a opinião de alguns membros especiais  da mídia tem relevância concreta - sua simples repercussão irá afetar diretamente no julgamento de milhares de outras pessoas. Talvez esses sejam os profissionais que adquiriram o direito de misturar seus gostos e experiências pessoais à informação.

                              Tessuti

Mas, é preciso dizer que há muito mais entre a passarela e as revistas do que julga nossa vã idéia!

A revista Piauí, que não é especializada em moda, deu um golpe de mestre nesta última edição publicando uma matéria bomba sobre plágio na criação de moda brasileira. A revista publicou fotos da incontestável veracidade da acusação, deixando alguns estilistas (como Layana Thomaz, Juliana Jabour e a Reserva) e jornalistas de moda (que supostamente não teriam percebido as cópias), na maior saia justa. Houve estilista que levantou a bandeira contra a mídia de moda brasileira, acusando-a de ser uma ‘grande bobagem’, e jornalista de moda que acusou a Piauí de não ter lido seus comentários.
- Aqui no Fashion Rio a Piauí circula a todo vapor e virou basfond!

                             Layana Thomaz

 

Plagiadas ou não, as roupas têm como primeiro objetivo cair no gosto e encantar a imprensa de moda – É tanto que são apresentadas à mídia num  show elaborado e não em simples cabides.
Aliás, para um fashion show, a roupa, que deveria ser a grande estrela, muitas vezes perde a vez para um outro elemento qualquer. É comum que num desfile, a trilha sonora, o casting ou a cenografia falem mais alto. E isso exige ainda mais profissionalismo do jornalista, que deve ter condições de ser focado o suficiente para separar as informações.

                              Cavendish

Mas como para os mortais, gosto pessoal ainda é uma coisa e informação jornalística é outra.
Vou experimentar fazer uma anáise dos desfiles de ontem segundo meu gosto.
Na verdade, tudo o que posso dizer (a quem possa interessar meu blá de menina metida a ter bom faro para ‘sensações’) é o que senti.

- Blá. me encantaram os desfiles de Mara Mac, Sta. Ephigenia, Tessuti e Salinas - Todos esses foram lindos, completos e empolgaram pelo conjunto de obra.  Adorei a trilha sonora do desfile de Layana Thomaz, com Marina Lima e Erasmo Carlos. O desfile esbanjou melancolia, mas ficou devendo no quesito roupa boa. No desfile da Redley também sobrou cenografia natural com vista para o horizonte no Forte de Copacabana, mas faltaram looks bem bolados. Já nos shows da Virzi e Cavendish erraram na mão de modo geralFaltaram a  graça e a emoção. 

- e blá blá blá.

                               Salinas again!

 

Viu só!? Acredito que deva ser bastante difícil ser uma jornalista de moda com o compromisso de transmitir informação, antes da própria opinião.
- Por isso, eu que não sou jornalista, nem boba, nem nada, só quero sentir, degustar, aprender, preferir ou não gostar de algumas coisas e blábláblá!

mariaSanz.

  • criado por  noprovador criado por noprovador
  • Postado em 18:59:52